ADORO ♥ ACONSELHA #11



♥ Imagem gráfica
Mesmo não havendo um tema há sempre informação a ser transmitida e consequentemente representada. Referimo-nos ao que geralmente se materializa: convites, ementas, missais, identificação das mesas/lugares, mapa das mesas, brindes e por vezes sinalética no espaço.

Idealmente as várias peças deveriam ser graficamente coerentes entre si, mas isto não significa “repetição” do convite, a primeira peça de todas. Referimo-nos concretamente às cores usadas, tipo de letra, estilo de imagens/ilustrações. Por isso convém serem feitos na mesma origem, seja por profissionais na matéria ou se por alguém conhecido, que seja talhado para a tarefa.

Quando se criam suportes como blogs ou páginas de Facebook, também eles deveriam ser um prolongamento da linha gráfica definida, por ex. nos cabeçalhos, imagens de perfil, etc.

Achamos ser mais interessante a personalização do grafismo e trabalhado a par com os anfitriões. Só dessa forma é que o resultado final será o reflexo dessas pessoas, únicas entre muitas. 

Para ilustrar melhor o que estamos a falar; 2 casamentos, 2 desenvolvimentos gráficos possíveis: 




ADORO © 2013


ADORO ♥ CORREIO

Andamos mergulhadas em gigabites de imagens. À medida que vão sendo enviadas pelo correio, sentimos mais uma missão cumprida mas apenas por uns segundos, porque já estão outras na calha para cumprir!

E esta fotos, serão de um casamento? Fiquem por aí, desvendaremos em breve.







ADORO © 2013

ADORO ♥ PREPARATIVOS DE VIAGEM

De malas aviadas, mas não vamos viajar. Apenas andámos atarefadas a preparar e a montar uma decoração inspirada no tema “Viagens”.

Cruzámos ideias nossas, objectos da anfitriã e juntámos ainda outros tantos objectos, emprestados até. Os postais, aqueles da Feira da Ladra, ficaram um mimo depois de feitos de novo mas aparentando velhos, se nos fazemos entender. Metade foram dedicados aos convidados e metade será para os convidados dedicarem à aniversariante. Fiquem por aí que em breve tudo fará sentido.

Obrigada à Marta pelos os maravilhosos View Master e também ao Flávio da Venda de garagem vintage, por mais um View Master, os respectivos slides de viagens (lindos!) e uma camara Polaroid.













ADORO ♥ ACONSELHA #10

♥ Convites ♥
Estão desde já convidados a limpar as cabeças de ideias pré-concebidas e convenções neste assunto. Nem haveria nada para dizer se tudo se resumisse a um convite impresso em formato de envelope 22x11cm. ESQUEÇAM!
Hoje em dia, com a democratização tecnológica existem vários suportes possíveis, sem passar pela impressão. E mesmo imprimindo pode-se sempre reinventar.
Ter em conta que o convite é só a primeira peça gráfica do que se entende como “imagem gráfica” de um casamento ou outra qualquer celebração. Recomendamos coerência entre todas elas.

Convites impressos
Um clássico e palpável. Ganham ao formato digital por permitirem texturas/relevos, dobras, recortes e cores brilhantes ou metalizadas... até onde a criatividade nos levar, como este convite. A desvantagem é que é sempre a somar nos custos: a qualidade do papel, os acabamentos especiais (vernizes, cunhos, ouro/prata,…), formatos criativos, impressão dos envelopes, entre outras questões técnicas. Já as quantidades, quantos mais se imprimirem mais barato fica por unidade.
Há quem venda por catálogo, há quem faça totalmente personalizado, o caso da Adoro.

Convites digitais
A grande vantagem é poupar na impressão, mas há que avaliar se todos os convidados têm e usam o e-mail. Muitas vezes sugerimos intercalar convites impressos com convites digitais, dependendo dos destinatários. A vertente digital permite maior liberdade e fazer-se várias versões, nomeadamente em diferentes línguas, e vários formatos o que em impressão encarece substancialmente.
Outro potencial do digital é poder criar um blog ou página de Facebook específicos para a celebração e o convite dá início a um processo que pode ser alimentado até ao regresso da lua de mel. Pode ser muito divertido, para quem tenha paciência e imaginação. Através do blog/página partilham informação útil (alojamento, percursos, meteorologia, listas de casamento, etc) e/ou curiosidades, fotos, textos, um cheirinho dos preparativos, etc. Acaba por ser mais interactivo.

Convites em movimento
Há anúncios de casamento e até convites feitos em vídeo, absolutamente fabulosos. Sejam feitos por profissionais ou mais caseiros, a criatividade é a palavra de ordem. E não há que complicar, desde que se transmita a informação essencial: quem, o quê, quando e onde. Envia-se ou partilha-se com os convidados e já está!


Versão impressa:


Versão digital:
ADORO © 2013

ADORO ♥ FLORES

Comprar flores na praça e transportá-las debaixo do braço, a pé ou de transportes, capta sempre a atenção de quem se cruza. Ares de espanto, curiosidade pelo nome das flores ou onde se comprou. Hoje uma senhora na paragem começou por perguntar se as peónias eram verdadeiras e acabou explicando como mantinha pétalas secas, em caixinhas identificadas e datadas, há uns 20 anos. Como memória dos momentos em que as flores lhe foram oferecidas.

Com a Primavera no ar a variedade é muita e irresistível. Era só para serem umas florzinhas e não resistimos a mais umas quantas. Para compensar a vida curta das flores colhidas fotografámo-las, eternizando-as. Um tremendo sacrifício para nós :)












ADORO © 2013


 


ADORO ♥ ACONSELHA #9



♥ O tema ♥

É talvez o tópico mais pessoal, que depende exclusivamente dos anfitriões. Podemos apenas opinar, mas podem sempre discordar.

Tem mesmo que haver um tema? Nós achamos que não. Se não surge um mote para a festa/celebração em alguns minutos, é porque ele não existe. Qualquer tema que seja arrancado a ferros será forçado e resulta, por exemplo, em mesas com nomes absurdos ou grafismo e decoração sem coerência. Um tema pressupõe um reflexo evidente dos anfitriões/noivos seja das vivências ou das suas personalidades, mas também tem que ser desdobrável em grafismo e decoração.

Mesmo quando é imediata a escolha do tema, aconselhamos alguma sensatez para que a celebração/casamento não se torne numa festa temática, a não ser que seja esse o propósito. Os temas funcionam mais com um fio condutor e não tem que se tornar exaustivo, porque acaba por anular o propósito da celebração e a singularidade de cada um dos anfitriões.

Quando não é tão óbvio e imediato costumamos aconselhar a esquecerem a pressão do “tema” e focarem-se apenas no “festivo”, genericamente. Assim só têm que pensar em cores, estilo de ambiente decorativo e tipo de grafismo. E nos casamentos podem sempre pôr só números nas mesas. Absurdo para alguns; prático, achamos nós.

Relaxem, este é o tópico que menos vos deve tirar o sono. 





ADORO © 2013


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